sexta-feira, 21 de junho de 2013

O QUE A JUVENTUDE PARTIDÁRIA PENSA?

Juventude do PSDB critica e depois elogia protestos

Pouco mais de 48h depois de emitir uma nota contrária às manifestações que se espalham pelas ruas de todo o País,...


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Pouco mais de 48h depois de emitir uma nota contrária às manifestações que se espalham pelas ruas de todo o País, a Juventude do PSDB, seção da Capital, divulgou na madrugada de quinta-feira, 20, mensagem em que dá os parabéns "à população que tomou as ruas, pela vitória".
A mensagem anterior, divulgada na noite de segunda-feira, 16, enfatizava que a JPSDB "não participará deste manifesto em virtude de acreditarmos que o mesmo tenha se transformado em movimento político onde um dos intuitos é de enfraquecer o governo do Estado de São Paulo". Os jovens tucanos afirmavam ainda que o movimento "não pode compactuar com os excessos que causaram depredações e agressões" e advertiam que os manifestantes que se apresentassem em nome da JPSDB não os representavam.
Por volta de 1h da manhã de quinta-feira, após a revogação do aumento das tarifas, o discurso mudou. Uma nova carta dizia que o movimento "mostrou que o Brasil entrou em um novo momento de participação política" e que a JPSDB escolheu não participar com bandeiras e camisetas "em respeito aos desejos de todos os manifestantes para que partidos políticos não participassem".
Em tom de aprovação, esse segundo texto prosseguia: "Só podemos comemorar que milhares de jovens brasileiros tenha descoberto o poder das manifestações populares e do envolvimento com os temas da política nacional e local".
Para a JPSDB, o movimento "mostrou que o Brasil entrou em novo momento de participação, alterando as relações entre poder público e sociedade". Agora, "encararemos o desafio de estimular o debate interno em nosso partido, sobre essa nova forma de fazer política."
O texto diz ainda que "estimular o envolvimento dos jovens na política é uma das mais importantes missões da Juventude do PSDB" e que a entidade "só pode comemorar que milhares de jovens brasileiros tenham descoberto o poder das manifestações".
''Erro de interpretação''
O presidente da movimento tucano, o analista de marketing Igor Cunha, de 30 anos, admitiu ao jornal O Estado de S. Paulo que houve um mal-entendido a respeito das duas notas. "Foi um erro de interpretação, as palavras não falaram por si só", disse Cunha. "Desde o começo a gente se organizou para participar, ir lá lutar contra o aumento das tarifas. Mas sem bandeira partidária". Ele garante que foi a duas das manifestações, sempre com um grupo de 10 a 15 tucanos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Petistas criticam 'antipartidarismo' em protestos

A Juventude do PT afirmou, em nota divulgada na quarta-feira, 19, que a onda de protestos que tomou conta do País...

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A Juventude do PT afirmou, em nota divulgada na quarta-feira, 19, que a onda de protestos que tomou conta do País forçou o partido e o governo a "serem mais ousados" e disse que o "antipartidarismo" pregado pelos ativistas "flerta com o autoritarismo".
"Essas marchas têm legitimamente pressionado nosso partido e nossos governos a serem mais ousados. Estas manifestações devem servir como um alerta acerca do mal-estar existente nas juventudes, nos setores populares, nos grandes centros urbanos", diz o texto.
A nota também faz uma crítica ao antipartidarismo que tem sido a marca dos protestos. "Não se sentir representado pelos partidos é um direito, mas o desrespeito àqueles que neles militam é tão autoritário quanto tratar as manifestações como caso de polícia", adverte a entidade petista na nota.
Na quinta-feira, 20, a militância do PT foi convocada pelo presidente nacional da sigla, Rui Falcão, para ocupar as ruas e celebrar a luta pelo transporte público.
Segundo os ativistas, o ato de militantes petistas seria uma provocação à manifestação do grupo, também marcada para ontem no centro da capital.
Na quarta-feira, 19, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), e o do Rio, Eduardo Paes (PMDB), foram obrigados a reduzir as tarifas de transporte público como única saída para atender às reivindicações.
"Diferente do que alguns possam pensar, voltar atrás e alterar uma decisão já tomada não é uma demonstração de fraqueza", afirma ainda a nota. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Partidos não têm vez nas redes sociais

No dia seguinte ao anúncio da revogação do aumento das tarifas dos transportes em São Paulo, as redes sociais foram...
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No dia seguinte ao anúncio da revogação do aumento das tarifas dos transportes em São Paulo, as redes sociais foram dominadas por dois temas referentes aos protestos: o incômodo com a presença de partidos políticos nas manifestações e quais devem ser as próximas bandeiras defendidas nas ruas.
O humorista Helio de La Peña preferiu fazer piada com a presença de militantes do PT no meio das manifestações desta quinta-feira. "Petistas querem aderir às passeatas com o grito de guerra: ?Abaixo nós!?", escreveu, no Twitter. "Desconfiava que o PT estava sem rumo. Meia dúzia de petistas uniformizados hoje (20) no meio do protesto apartidário em São Paulo confirmam minha suspeita", afirmou o apresentador de TV Marcelo Tas, em sua conta no Twitter. "Indo para a (Avenida) Paulista agora. Gostaria de lembrar: é uma manifestação apartidária. É brasileira!!! Esqueçam partidos políticos", publicou a atriz e escritora Lúcia Verissimo.
Já o ilustrador, vlogueiro e VJ da MTV PC Siqueira preferiu contemporizar. "Deveríamos permitir que partidos de direita e esquerda participassem da manifestação, sim. Do contrário, nós nos tornamos os fascistas", postou.
Muitos posts apontaram a necessidade de canalizar o movimento popular para outras questões, após a revogação do aumento das tarifas dos transportes. "Gente, a passagem do busão já abaixou. Agora vamos derrubar o (pastor e deputado federal Marco) Feliciano?", publicou o escritor e cineasta Alessandro Buzo.
"A gente quer um país melhor, não quer?", escreveu a cantora Luiza Possi. "Eu protesto em prol de 100% dos royalties do pré-sal para a Educação e estratégia nacional contra a violência", enumerou o cientista Miguel Nicolelis.
No Facebook, as timelines ficaram cheias de uma imagem com os "cinco motivos" do movimento - enfatizando não se tratar apenas das tarifas do transporte. De acordo com essa mensagem, a luta também é contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 37, pela saída de Renan Calheiros da presidência do Congresso, por uma investigação completa das irregularidades nas obras da Copa de 2014, para que a corrupção se torne crime hediondo e pelo fim do foro privilegiado.
Debates online
Desde o início das manifestações do Movimento Passe Livre (MPL) em São Paulo, as discussões ganharam a internet. Até as 19h30 desta quinta-feira, o compartilhamento de informações sobre o tema já havia impactado potencialmente 900 milhões de internautas, de acordo com monitoramento da empresa Scup.
"Acho que eles (os políticos) ainda não entenderam o que está acontecendo", disse o fotógrafo e militante Douglas Agostinho Teodoro, de 34 anos. "Eles são de uma geração analógica, e nossa revolução é digital. Eles não entenderam que a gente não precisa mais esperar quatro anos para dar nossa opinião nas urnas. A gente dá nossa opinião a hora que a gente quiser, na internet. O Brasil não funciona, mas o Facebook, sim."
"As redes sociais potencializam as manifestações, e isso é uma novidade no Brasil. Elas atuam tanto no sentido de acelerar as comunicações quanto na sua organização", analisa o cientista político Lúcio Flávio Rodrigues de Almeida, professor da PUC-SP. "Agora, não tenhamos ilusões. Esses meios são de mão dupla, ou seja, não são necessariamente favoráveis a uma força política específica. Enquanto agora estão alimentando manifestações coletivas, em outras situações eles podem acabar servindo para multiplicar argumentos contrários e ajudar a sufocá-las." (Colaboraram Herton Escobar e Rodrigo Burgarelli)

estadao.com.br (© Grupo Estado - Copyright 1995-2010 - Todos os direitos reservados.)
Atualizado: 21/06/2013 09:17 | Por Clarice Cudischevitch, estadao.com.br

'Maioria silenciosa do Brasil parece ter encontrado sua voz', diz editorial do 'The New York Times'

Para o jornal americano, protestos que se espalham pelo País não deveriam causar surpresa

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SÃO PAULO - Um editorial publicado no jornal norte-americano "The New York Times" na quinta-feira, 20, intitulado "Despertar social no Brasil", afirma que os protestos que se espalham pelo País não deveriam causar surpresa. Segundo o texto, apesar de o Brasil ter conquistado muitas realizações nas últimas décadas, como uma economia mais forte e eleições democráticas, "ainda há uma grande distância entre as promessas dos governantes políticos de esquerda e as duras realidades do dia a dia fora da elite política e empresarial".
O editorial ressalta que o Banco Mundial lista o Brasil como a sétima maior economia do mundo, mas que o País tem uma das piores classificações em rankings de igualdade de renda e de habilidades de leitura e matemática. Além disso, menciona que seus principais políticos foram flagrados em esquemas de desvios de dinheiro público.
"Não é de se admirar que a taxa de transporte público aumente a indignação das classes pobre e média, que estão sobrecarregadas por um sistema tributário regressivo", afirma o texto. "Não é de se admirar que os gastos esbanjados em estádios de futebol para a Copa do Mundo, enquanto a educação pública continua gravemente subfinanciada, tornaram-se um grito de guerra."
O editorial destaca que a presidente Dilma Rousseff tem tentado responder aos manifestantes, declarando que o desejo de mudança é bem-vindo, e que alguns governantes reverteram o aumento das passagens.
"A maioria silenciosa do Brasil parece estar encontrando sua voz política", finaliza o texto. "Srta. Rousseff, que concorre à reeleição no próximo ano, terá que enfrentar novas demandas com conteúdo, bem como simpatia."

 Dilma reúne ministros para discutir ações emergenciais
A presidente Dilma Rousseff terá, nesta sexta-feira, 21, reunião com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo,...

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A presidente Dilma Rousseff terá, nesta sexta-feira, 21, reunião com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, no Palácio do Planalto. Em pauta, as manifestações populares que tomam conta do País desde a semana passada. Dilma deve pedir ao Cardozo um balanço da situação e discutir ações emergenciais na área de segurança.
Apesar de a agenda da presidente trazer apenas o nome do ministro Cardozo para a reunião, a assessoria do Planalto afirmou que também devem participar da conversa os ministros da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, e das Relações Institucionais, Ideli Salvatti.
Na quinta-feira, 20, mais de 1 milhão de pessoas foram às ruas em atos realizados em 75 cidades do País. Apesar do espírito pacífico da grande maioria dos manifestantes, a violência cresceu durante os protestos: uma pessoa morreu atropelada em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo; em Brasília, a polícia precisou reprimir tentativa de invasão e depredação do Palácio do Itamaraty; e no Rio, 55 pessoas ficaram feridas.
Nova agenda
Os protestos obrigaram a presidente Dilma a mudar sua agenda. Ela cancelou as viagens que faria nesta sexta-feira, à Bahia e, na próxima semana, ao Japão. Vários ministros também resolveram ficar em Brasília nesta sexta-feira. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, por exemplo, que estaria em São Paulo, alterou sua agenda para "reuniões internas" em Brasília.
À tarde, a presidente recebe Dom Raymundo Damasceno Assis, presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O tema ''manifestações e segurança'' deve também fazer parte do encontro. No mês que vem, o País receberá mais um grande evento, a Jornada Mundial da Juventude, que ocorrerá na cidade do Rio de Janeiro e contará com a participação do Papa Francisco.

FONTE:
http://estadao.br.msn.com/ultimas-noticias/story-protestos-pelo-brasil.aspx?cp-documentid=258605460

terça-feira, 18 de junho de 2013

A vaia saiu às ruas

 
Aviso ao leitor: esta é apenas uma primeira aproximação ao que está acontecendo no Brasil. Sou obrigada a concordar com Ângela Randolpho Paiva, do Departamento de Ciências Sociais da PUC-Rio, que admitiu honestamente à GloboNews: "Estamos atordoados".
Com razão. O Brasil não é um país de sair à rua, salvo em Mundiais. Que saia agora, em massa, ainda por cima para protestar também contra as obras da Copa, é de atordoar qualquer um.
Mas jornal circula todos os dias, e não consigo silenciar à espera de recolher os elementos indispensáveis a uma análise mais aprofundada. É preciso pincelar algumas ideias, apesar de os protestos do dia estarem apenas começando, por imposição dos horários de fechamento.
O que já está evidente é que a vaia ouvida no sábado no estádio Mané Garrincha saiu às ruas. Não adianta o petismo e a mídia chapa-branca tentarem dizer que a vaia partiu da elite, única em condições de pagar o preço abusivo dos ingressos.
Nas ruas do Rio ontem, havia uma vaia clara, na forma de uma faixa: "Fora Dilma/Fora Cabral".
Tanto o Rio quanto Brasília, é sempre bom lembrar, são praças fortes do lulismo. Que apareça um cartaz como esse, ainda que isolado, é eloquente do estado de insatisfação de uma parcela importante do público.
Mas é fundamental ter em conta duas coisas:
1 - Dilma não é o alvo isolado dos protestos. Nem sei se é o alvo principal. Mas é alvo.
Alvos também são os políticos em geral, de que dá prova a concentração em Brasília diante do Congresso Nacional. O volume de público no Rio, governado pelo PMDB, e em São Paulo, governado pelo PSDB, demonstra que a classe política brasileira está fracassando na sua missão de representar o público, pelo menos o público mobilizado.
A massa no Rio era, aliás, impressionante; desde as Diretas Já, não se via algo parecido.
2 - Há uma aparente contradição, de todo modo, entre a aprovação popular dos governos Dilma e Alckmin, aferida em pesquisas recentes, e o volume e a permanência dos protestos. Haveria uma maioria silenciosa? Talvez, mas o fato de que 55% dos consultados pelo Datafolha digam que aprovam os protestos é um forte chamado de atenção.
Por fim, sobre o que querem os manifestantes, já muito além do passe livre, quem parece ter razão é Juan Arias, o excelente correspondente de "El País": "Querem, por exemplo, serviços públicos de primeiro mundo; querem uma escola que, além de acolhê-los, lhes ensine com qualidade, o que não existe; querem uma universidade que não seja politizada, ideologizada ou burocrática. Querem que ela seja moderna, viva, que os prepare para o trabalho futuro".
Mais: "Querem hospitais com dignidade, sem meses de espera, onde sejam tratados como seres humanos, e querem, sobretudo, o que ainda lhes falta politicamente: uma democracia mais madura, em que a polícia não atue como na ditadura".
"Querem um Brasil melhor. Nada mais."
Como dizia a faixa que abria a passeata no Rio: "Não é por centavos; é por direitos".
Clóvis Rossi Clóvis Rossi é repórter especial e membro do Conselho Editorial da Folha, ganhador dos prêmios Maria Moors Cabot (EUA) e da Fundación por un Nuevo Periodismo Iberoamericano. Assina coluna às terças, quintas e domingos no caderno "Mundo". É autor, entre outras obras, de "Enviado Especial: 25 Anos ao Redor do Mundo" e "O Que é Jornalismo". Escreve às terças, quintas e domingos na versão impressa do caderno "Mundo" e às sextas no site:
  • crossi@uol.com.br 
  • fonte: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/clovisrossi/2013/06/1296793-a-vaia-saiu-as-ruas.shtml
  •  

    Brasil vive 'sonho de democracia' com protestos, diz 'El País'




    Brasil vive 'sonho de democracia' com protestos, diz 'El País'
    "protestos no Brasil (Reuters)"
    Os protestos que reuniram pelo menos 200 mil pessoas nas ruas das principais capitais brasileiras na segunda-feira foram destaque na imprensa internacional. Jornais importantes como o americano New York Times, o francês Le Monde e o espanhol El País estampavam na capa de seus portais na internet, na manha desta terça-feira, galerias com fotos dos manifestantes no Rio de Janeiro e em São Paulo.
    'Conflito Social no Brasil' era o título que o El País dava na primeira página de seu site para atrair os leitores para quatro artigos relacionados às manifestações no Brasil.
    Na análise intitulada 'Brasil: Sonho ou Pesadelo?', o diário espanhol diz que 'ninguém se atreve a dar um nome à surpresa que foi ver o país sair às ruas convocado apenas pela internet e, às vezes, por simples adolescentes'.
    'O governo está perplexo', diz o texto, assinado pelo correspondente Juan Arias. 'Ninguém esperava que esta multidão, formada por pessoas de todas as idades e de todos os grupos sociais saíssem às ruas de repente para dizer: 'Queremos mudar o Brasil'.
    Angústia
    O artigo diz que, para muitos brasileiros, a demonstração popular de segunda-feira foi 'um sonho de democracia, um despertar de anos de silêncio para expressar que não estão satisfeitos com a qualidade de vida que o governo lhes oferece, com a corrupção e com o uso indevido do dinheiro público, começando pelos milhares gastos na preparação da Copa do Mundo.'
    O texto pondera que o sonho que o Brasil viveu 'atônito' na noite de segunda-feira ameaçou acabar em pesadelo após cenas de violência por parte de alguns grupos que tentaram destruir a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro e invadir o Congresso, em Brasília.
    O El País diz que os brasileiros que continuarão protestando nos próximos dias não lutam contra uma ditadura, nem contra o governo.
    'Eles querem mais. A grande incógnita é como vão consegui-lo, quem cristalizará este protesto sem líderes', afirma o texto.
    'Se existe uma angústia difusa nas ruas, essa angústia se traduziu em um alerta que chegou ao Palácio Presidencial, onde se senta a presidente Dilma Rousseff, antiga guerrilheira e lutadora contra a ditadura militar quando tinha a idade dos que esta noite tentaram ocupar o Congresso', afirma o texto.
    'FT'
    Artigo publicado no diário financeiro britânico Financial Times diz que quando o ex-presidente Lula conseguiu levar a Copa de 2014 para o Brasil, 'achou que tinha marcado um gol que comemoraria a ascensão do país como uma potência emergente'.
    'Agora ele deve estar vendo com surpresa a reação do movimento contra o aumento das passagens de ônibus, que gostaria de dar-lhe um cartão amarelo por causa da Copa'.
    O texto segue dizendo que os manifestantes estão cansados 'de uma classe política que consideram ser corrupta e moralmente falida', e estenderam seus alvos para incluir a Copa do Mundo e seu principal teste, a Copa das Confederações.
    'Os manifestantes veem estes eventos como uma chance para políticos roubarem grandes somas de dinheiro dos orçamentos generosos alocados para reformar e construir estádios para os jogos'.
    BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

    fonte: http://noticias.br.msn.com/mundo/brasil-vive-sonho-de-democracia-com-protestos-diz-el-pa%C3%ADs-1


sábado, 11 de maio de 2013

Quem é culpado pelo caos histórico?




AMC admite falha na operação do show de Paul, mas atribui parte da responsabilidade à organização do evento.
   
A menos de 40 dias da Copa das Confederações, na Capital, a pergunta é: de quem foi a culpa? A situação se repetirá?

Que foi difícil o acesso ao show de Paul McCartney, em Fortaleza, todo mundo já sabe. O caso acabou repercutindo tanto quanto a própria apresentação do britânico, tendo sido comentado até na imprensa nacional. A situação chamou atenção da população e, a menos de 40 dias da Copa das Confederações, na Capital, a pergunta é: de quem foi a culpa? A situação se repetirá?

A 40 dias da Copa das Confederações, as obras no entorno do Castelão parecem estar longe de serem concluídas. Mas a Secopa-Fort garante que a intervenção está 75% pronta e que tudo será finalizado até dia 15 de junho Foto: Natinho rodrigues
Para muitos, o ocorrido da última quinta-feira é, de fato, uma prévia do que acontecerá no grande evento esportivo do próximo mês. No dia 19 de junho, por exemplo, a Arena Castelão deve receber cerca de 60 mil pessoas para o jogo Brasil e México. Além desse embate, mais dois jogos estão marcados para a capital cearense.

"A sensação que tive é que uma festa particular se apropriou de toda a Cidade, pois grande parte de Fortaleza estava intransitável. O horário de pico, associado às obras do entorno da Arena Castelão e à falta de mobilidade geraram todo o caos", desabafou o advogado Jairo Pontes a respeito dos problemas da última quinta-feira.

Responsabilidades
A Autarquia Municipal de Trânsito (AMC), que disponibilizou 200 agentes para auxílio do tráfego ao show de Paul McCartney, reconhece que houve falhas na realização dos procedimentos, mas atribui parte da responsabilidade à organização do evento. "Nós nos dedicamos a essa operação, mas a organização do evento falhou", argumenta o chefe do Núcleo de Trânsito da AMC, Arcelino Lima.

O órgão cita que no planejamento havia transfers, que fariam o deslocamento do público do estacionamento para o estádio, o que não aconteceu. O esquema previa, ainda, bloqueios em trechos das avenidas Alberto Craveiro e Paulino Rocha, onde só seria permitida a passagem de veículos credenciados, moradores com comprovante de endereço, vans e ônibus para quem iria parar nos quatro bolsões de estacionamento e táxis com passageiros, o que também não ocorreu.

Para Arcelino, faltou sincronismo entre a AMC e a organização, que teria ficado responsável pela instalação de placas de informação e outros serviços programados. Segundo diz, essa falha na execução modificou toda a programação acordada entre as partes, gerando, assim, o problema. "O atraso da abertura dos portões também dificultou o acesso. As pessoas que chegavam acabavam atrapalhando as que estavam tentando chegar ao local", acrescenta.

Contudo, o titular da Secretaria Extraordinária da Copa (SecopaFor), Domingos Neto, garante que os transtornos não se repetirão. Segundo ele, as obras de acesso ao Estádio que iniciam na Avenida Alberto Craveiro e seguem até a rotatória do Castelão estão 75% concluídas.

Ele afirma que tudo estará concluído até 15 de junho e será feito um planejamento antecipado para garantir as vias de acesso ao Estádio. O projeto deve ser apresentado à população até a primeira semana de junho.

Ainda conforme Domingos Neto, a SecopaFor esteve reunida, ontem, com a AMC, a Empresa de Transportes Urbanos de Fortaleza (Etufor), Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) e a comissão da Fifa, para tratar da mobilidade urbana na Copa das Confederações. Durante o encontro, foi colocado em pauta as dificuldades de acesso ao show realizado na Arena Castelão.

"A nossa ideia é reforçar a sinalização, disponibilizar transporte público, ônibus executivos e gerar bolsões de estacionamento em torno do Castelão. A parte mais complicada já passou, que eram as desapropriações, remanejamento de esgotos e energia, portanto, estamos na parte mais fácil, que é a pavimentação. Garanto que tudo será entregue antes da Copa das Confederações".

Alvará
O promotor de Justiça Gilvan Melo, coordenador do Núcleo de Atuação Especial de Controle, Fiscalização e Acompanhamento de Políticas de Trânsito (Naetran), afirma que, para um evento desse porte ocorrer, a empresa responsável precisa de um alvará da Prefeitura. Portanto, destaca que toda a responsabilidade pela mobilidade e indicação das vias de acesso é dos órgãos de trânsito da Capital e não da organizadora do show.

A reportagem tentou diversos contatos com a produtora do evento, mas não obteve sucesso.

Com informações do Diário do Nordeste On Line


KARLA CAMILA / RENATO BEZERRAREPÓRTER / ESPECIAL PARA CIDAD
E 

FONTE:

 

Silézia Franklin de Souza ...Para completar, fecharam de última hora a Av. Paulino Rocha, já com muuuuuitos carros "engarrafados", para dar passagem apenas aos carros "oficiais". O estacionamento terceirizado "EASY PARK", para o qual as pessoas pagaram R$20,00 antecipados, no final ficou quase vazio, pois os portões de acesso do povo ao Castelão não foram abertos na hora prevista e a multidão que ia chegando de todos os lados se amontoou, claro, no entorno, não permitindo a passagem dos carros, os quais também se aglomeraram. Para completar, desmancharam-se logo cedo as barreiras que dariam acesso apenas aos carros adesivados e todos os carros passaram (os que conseguiam chegar até lá), ficando tudo amontoado. Os ônibus que levariam as pessoas que estacionavam distante não funcionaram. Deram a primeira viagem e não retornaram, devido à falta de acesso. As filas se formaram, intermináveis, impedindo a entrada do tal estacionamento. Paralela à Av. Alberto Craveiro havia uma via totalmente livre, a qual não tinha acesso, a não ser, descendo os barrancos de areia. Alguns carros tentaram e chegaram próximo ao Castelão, estacionando em outros locais, pagando caro, alguns por duas vezes, pois estavam adesivados. Outros, atolaram na lama, ficando ali mesmo e perderam o show. Aquela rua paralela deveria ter sido aberta, mas não foi... Finalmente, pessoas de todas as idades correndo atrasadas e desesperadas, pessoas nas filas enormes com os pés na lama, ninguém para informar nada. Um caos. Fui de carro próprio, adesivado, só conseguindo chegar porque saí de casa às 15 horas. Mas ainda "engarrafei" a partir do pequeno viaduto na descida para o aeroporto, início da Alberto Craveiro. Consegui colocar no tal estacionamento às 18 horas. Sorte que estava com o CD dos Beatles no carro e lá, esperei até às 21 horas. Finalmente, dirigi-me à entrada e pasmem, comprei uma garrafinha d'agua e um pacote de batatas fritas que me foram tomados por um segurança na portaria. Mas logo ao passar na catraca havia, dentro do Castelão, uma lanchonete que anunciava água, refrigerante, batata em saco, cachorro quente e sanduiche natural... caríssimos. Quer dizer, tomavam as nossas garrafinhas na catraca para que a gente comprasse novamente na lanchonete. Uma verdadeira falta de vergonha desse povinho ganancioso e uma verdadeira falta de reação da nossa parte, pois deixamos tudo "por isso mesmo" e fazemos de tudo uma piada. Um evento desse porte merecia toda a atenção daqueles que brigam, roubam e vendem votos para nos representar e por fim, não fazem valer os nossos direitos, E estão aí, rindo, zombando da população, usufruindo de forma vergonhosa do poder, aboletados nos carros oficiais guardados por policiais, quebrando todas as barreias... às nossas custas. Vamos reagir, criticar, reivindicar, divulgar. Usar as redes sociais para isso, mesmo a revelia de quem diz que o FB é para desocupados. Nada disso. O FB, inevitavelmente está aqui, para o nosso acesso livre e para o terror daqueles que sabem que ele é agora um mecanismo de denúncias das nossas insatisfações e que desmascara os corruptos e safados privilegiados por conta da ingenuidade e bom humor dos cearenses.
 
 
Mairton Josino Mendes O problema do Brasil é o Brasileiro !!!
Definitivamente, constatei que a corrupção está no DNA do Brasileiro...
Um evento de grande porte como o show do Paul McCartney no Arena Castelão fez com que a cidade de Fortaleza estampasse as capas de jornais f
alando em Caos... mas Caos é pouco com o que fazem com o dinheiro público... no entorno do estádio muita lama e esgoto a céu aberto uma total falha da autarquia municipal de transito ao fecharem algumas ruas e o pior... os Taxistas, não existia táxis disponíveis pelo menos em um raio de 5Km do estádio... Muita gente querendo voltar pra casa e preocupado com a violência urbana e simplesmente ficava na eminencia de ser assaltado pois os táxis não faziam alguma viagem a não ser os que já estavam certos com algumas pessoas, cheguei a ver uma senhora de Manaus já com certa idade chegar no viaduto do Makro e perguntar para o policial como poderia fazer para chegar ao hotel e o policial disse que ela teria que ir a pé ao aeroporto e lá pegar um táxi, e é aí que entra o absurdo... NENHUM, eu disse Nenhum taxi estava fazendo algum percurso com o taximetro ligado... pequenos trechos a taxa minima era de R$100,00, aí em uma situação em que em um evento desses um dos mais beneficiados é a rede de transportes da cidade pois eles poderiam lucrar muito já em bandeira 2 fazendo várias viagens não... é o velho "jeitinho brasileiro"....
O que mais se ouvia era "IMAGINA NA COPA"... Mas não se preocupem brasileiros, teremos uma linda copa do mundo... e tudo vai estar pronto... porque mesmo que tenhamos obras inacabadas faltando 1 ou 2 meses pra copa os nossos representantes vão conseguir um recurso especial da P* que o pariu e tudo ficará pronto a tempo, fazendo com que o orçamento anterior não faça o menor sentido... Não sei por que né... Ninguem sabe pra onde vai esse dinheiro...
Infelizmente tenho que confessar que fiquei com vergonha da minha cidade, pois eu imaginei que esse evento fosse abrir completamente a imagem de Fortaleza a nível de Brasil, só não imaginei que fosse tão negativo. Espero pela Copa do mundo, em casa, talvez no interior assistindo pela TV e não sendo usurpado com os preços absurdos e a maquiagem barata que irão passar na nossa cidade.
Minha sorte: O show valeu muito a pena !

sexta-feira, 10 de maio de 2013

OS GAUCHOS -Por Arnaldo Jabor


O Rio Grande do Sul é como aquele filho que sai muito diferente do resto da família. A gente gosta, mas estranha. O Rio Grande do Sul entrou tarde no mapa do Brasil . Até o começo do século XIX, espanhóis e portugueses ainda se esfolavam para saber quem era o dono da terra gaúcha. Talvez por ter chegado depois, o Estado ficou com um jeito diferente de ser.

Começ
a que diverge no clima: um Brasil onde faz frio e venta, com pinheiros em vez de coqueiros, é tão fora do padrão quanto um Canadá que fosse à praia. Depois, tem a mania de tocar sanfona, que lá no RS chamam de gaita, e de tomar mate em vez de café. Mas o mais original de tudo é a personalidade forte do gaúcho. A gente rigorosa do sul não sabe nada do riso fácil e da fala mansa dos brasileiros do litoral, como cariocas e baianos. Em lugar do calorzinho da praia, o gaúcho tem o vazio e o silêncio do pampa, que precisou ser conquistado à unha dos espanhóis.

Há quem interprete que foi o desamparo diante desses abismos horizontais de espaço que gerou, como reação, o famoso temperamento belicoso dos sulinos.
É uma teoria - mas conta com o precioso aval de um certo Analista de Bagé, personagem de Luis Fernando Veríssimo que recebia seus pacientes de bombacha e esporas, berrando: "Mas que frescura é essa de neurose, tchê?"

Todo gaúcho ama sua terra acima de tudo e está sempre a postos para defendê- la. Mesmo que tenha de pagar o preço em sangue e luta.
Gaúcho que se preze já nasce montado no bagual (cavalo bravo). E, antes de trocar os dentes de leite, já é especialista em dar tiros de laço. Ou seja, saber laçar novilhos à moda gaúcha, que é diferente da jeito americano, porque laço é de couro trançado em vez de corda, e o tamanho da laçada, ou armada, é bem maior, com oito metros de diâmetro, em vez de dois ou três.

Mas por baixo do poncho bate um coração capaz de se emocionar até as lágrimas em uma reunião de um Centro de Tradições Gaúchas, o CTG, criados para preservar os usos e costumes locais. Neles, os durões se derretem: cantam, dançam e até declamam versinhos em honra da garrucha, da erva-mate e outros gauchismos. Um dos poemas prediletos é "Chimarrão", do tradicionalista Glauco Saraiva, que tem estrofes como: "E a cuia, seio moreno/que passa de mão em mão/traduz no meu chimarrão/a velha hospitalidade da gente do meu rincão." (bem, tirando o machismo do seio moreno, passando de mão em mão, até que é bonito).

Esse regionalismo exacerbado costuma criar problemas de imagem para os gaúchos, sempre acusados de se sentir superiores ao resto do País.

Não é verdade - mas poderia ser, a julgar por alguns dados e estatísticas.
O Rio Grande do Sul é possuidor do melhor índice de desenvolvimento humano do Brasil, de acordo com a ONU, do menor índice de analfabetismo do País, segundo o IBGE e o da população mais longeva da América Latina, (tendo Veranópolis a terceira cidade do mundo em longevidade), segundo a Organização Mundial da Saúde. E ainda tem as mulheres mais bonitas do País, segundo a Agência Ford Models. (eu já sabia!!! rss) Além do gaúcho, chamado de machista", qual outro povo que valoriza a mulher a ponto de chamá-la de prenda (que quer dizer algo de muito valor)?
Macanudo, tchê. Ou, como se diz em outra praças: "legal às pampas", uma expressão que, por sinal, veio de lá.

Aos meus amigos gaúchos e não gaúchos, um forte abraço!


Arnaldo Jabor

 

sábado, 4 de maio de 2013

A IMPORTÂNCIA DO CURRICULUM VITAE



A importância do currículo não é segredo para ninguém: é por ele que o recrutador tem o primeiro contato com o candidato e, dependendo do seu conteúdo, pode ou não ser chamado para a próxima etapa do processo seletivo. A vantagem do CV em relação aos formulários em sites de emprego ou consultorias de RH, é que o candidato escolhe as informações que irá ou não citar e, assim, destacar seus pontos fortes. “Você pode decidir quais competências específicas e realizações destacar ou omitir”, explica o psicólogo e coach americano Rob Yeung, no livro Devo dizer a verdade? – E outras 99 perguntas sobre como se sair bem em entrevistas de emprego.

Segundo Yeung, que além de coach também é palestrante internacional especializado em aconselhamento profissional, não existe uma definição de currículo perfeito. Isso porque cada oportunidade de emprego exige um currículo diferente e cada detalhe nesse pedaço de papel deve ser pensado para um objetivo definido. Para não perder pontos com erros triviais, confira abaixo seis dicas essenciais de Yeung para montar um CV infalível!

Novela das nove – A metade da primeira página do currículo é como uma propaganda de horário nobre. É nesse espaço que você deve citar suas principais conquistas e melhores habilidades. Essa tática faz com que o recrutador veja de cara as informações mais importantes, chamando sua atenção para o que você tem de melhor para oferecer a empresa.

Menos é mais – Essa dica não é novidade, mas vale a pena ressaltar. Quando um currículo tem mais de duas páginas, o recrutador entende que o candidato não foi capaz de priorizar as informações mais importantes. Já que você não quer se passar por prolixo, limite seu CV a menos de duas páginas.

Realce – Os recursos de negrito e caixa alta não existem por acaso. Use e abuse deles para destacar palavras-chave ou frases importantes, como por exemplo, a sua formação ou a área em que você tem mais tempo de experiência. Assim, se o recrutador estiver procurando essa informação, com certeza não passará despercebida.

Seja básico – É claro que existem exceções, mas de modo geral, é preferível fugir dos papéis perfumados ou coloridos, fotos em anexo e outros documentos anexados. Esses apetrechos vão chamar a atenção do recrutador, mas pelos motivos errados.

Na medida – Na dúvida, é melhor ser sucinto. No início do currículo, inclua apenas seu nome, endereço, telefones e e-mail profissional (nada de gatinho@querovc.com.br). Dispense informações como idade, estado civil e número de filhos.

O que não colocar – O currículo funciona como um documento de venda para impulsionar você no mercado de trabalho. É como uma propaganda, por isso, nesse primeiro contato com o recrutador, não é preciso incluir demissões e rebaixamentos, condenações criminais, problemas financeiros, doenças no passado, incapacidades que não o impeçam de realizar o trabalho ou problemas anteriores com abuso de substâncias.

 
FONTE: 

 

quinta-feira, 25 de abril de 2013

ESTA É UMA INFORMAÇÃO VITAL -


 
Seguir · 25 de março 2013
Literalmente a vida e a morte - Certifique-se de lê-la e repassa-la.

Água e sabão na axila antes de dormir!
Devemos passar a noite com axila limpa ou apenas com DESODORANTE, para ser um momento de respiração livre da axila.
"Algum tempo atrás, eu fui a um seminário sobre Câncer de Mama, conduzido por Terry Birk, com o apoio de Dan Sullivan.

Durante a discussão, perguntei por que a razão mais comum para o desenvolvimento de tumores de câncer de mama é perto da axila.
A minha pergunta não pode ser respondida naquele momento.
Esta informação me foi enviada recentemente, e eu estou contente que tenha sido respondida.

Informei uma amiga que está passando por quimioterapia e ela disse que já tinha esta informação, obtida num grupo de apoio que frequenta ...
Agora eu quero compartilhar informações com você.

Uma grande causa do câncer de mama é a utilização de anti-transpirante!
Sim, anti-transpirante.

A maioria dos produtos no mercado são uma combinação de anti-transpirantes/desodorantes.
Olhe para os rótulos!
Desodorante é bom,
Antitranspirante, NÃO.
A concentração de toxinas provoca mutação de células:

CÂNCER. Aqui está o porquê:

O corpo humano tem apenas algumas áreas onde você pode eliminar as toxinas: atrás dos joelhos, atrás das orelhas, a área de Inglês e axilas.
Toxinas são eliminadas através da transpiração.
O anti-transpirante, como o nome diz, impede a transpiração, portanto, inibem o corpo de eliminar as toxinas através das axilas.
Estas toxinas não desaparecem magicamente.

Como não vem com o suor, o organismo deposita nas glândulas linfáticas encontrados sob os braços.
A maioria dos cânceres de mama ocorrem no quadrante superior da área do peito. precisamente onde estão as glândulas. Em homens parece ocorrer em menor grau, mas não estão isentos
O câncer se desenvolve por causa do uso de anti-transpirante, em vez de água e sabão.
A diferença reside no fato de que, quando os homens usam anti-transpirante, não é aplicado diretamente sobre a pele, o fazem em grande parte, no cabelo das axilas.

As mulheres que aplicam anti-transpirante após o barbear ou arrancar dos pelos das axilas, aumentam o risco devido a pequenas feridas e irritações da pele, causando que produtos químicos nocivos penetrem mais rapidamente no organismo.

Por favor, repasse esta informação e marque pessoas importantes para você...
O câncer de mama está se tornando assustadoramente comum e este aviso pode salvar algumas vidas.
Se de alguma forma duvidam desta informação, podem fazer as suas próprias investigações
Provavelmente vão chegar à mesma conclusão.
De: Gom Reme

(A imagem é apenas ilustrativa para atrair sua atenção ao texto, não tem relação com o câncer)
REPASSEM MESMO PESSOAL!