Marcadores
- AJUDE
- APELO DE PAZ
- Aula sobre refrigerantes
- BANDIDOS DISFARÇADOS DE TORCEDORES
- BLOGANDO
- BOA FORMA
- BOAS NOTÍCIAS
- CAMPANHA SOLIDÁRIA
- CANÇÕES PARA REFLEXÃO
- CINEMA ARTE
- COISAS DA MINHA INFÂNCIA
- COISAS DA MINHA TERRA
- COMÉDIA CEARENSE
- COPA 2014 - ARENA CASTELÃO
- Crônicas
- CURIOSIDADES
- DATAS COMEMORATIVAS
- DICAS IMPORTANTES
- E A VIDA CONTINUA O FILME
- É O NOVO
- EMPREGOS
- ENCONTRO DE MOCIDADES NO CARNAVAL
- ESPAÇO ALTERNATIVO
- ESPIRITISMO
- EU JÁ ESTIVE AQUI
- EU PARTICIPEI
- EU RECOMENDO
- FATOS E FOTOS
- FORA DA MÍDIA
- FORTALEZA
- LAGOA DE MESSEJANA
- LIÇÃO DE VIDA
- MANIFESTAÇÕES NO BRASIL
- MEMORIAS
- MENSAGEM DO DIA
- MENSAGEM DE NATAL 2010
- MENSAGEM DE NATAL 2011
- MEU TIME DO CORAÇÃO
- MEUS FILMES FAVORITOS
- MEUS PROJETOS
- MEUS TRABALHOS
- MEUS VÍDEOS FAVORITOS
- MINHA FILOSOFIA DE VIDA
- MINHAS AMIZADES
- MINHAS CANÇÕES FAVORITAS
- MINHAS FOTOS
- MOTIVACIONAL
- NO CEARÁ TEM DISSO SIM
- NOSSA SAÚDE
- NOSSO LAR O FILME
- O OUTRO LADO DA MÍDIA
- ORGANIZACIONAL
- PERSPECTIVAS 2010
- PIADAS
- PING PONG
- POESIA DE AMIGOS
- PONTO DE VISTA
- PROTESTOS BRASIL
- RELIGIÃO CATÓLICA
- RESGATE HISTÓRICO
- ROLA NA NET
- ROTEIRO DE NOVELA
- TESTE DE PERSONALIDADE
- VOCÊ SABIA?
- XIII EMECE
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
LER É UMA AVENTURA -> JEGUE LITERÁRIO!
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Cientistas afirmam que homofóbicos têm desejo sexual pelo mesmo sexo
Um antigo estudo, de 15 anos atrás, da Universidade da Georgia (EUA) diz que “A homofobia está aparentemente associada à excitação homossexual”. Os pesquisadores apontam porém “que o indivíduo homofóbico desconhece ou nega” essa excitação.
Antes de tudo, os especialistas perguntaram a homens heterossexuais o quão confortáveis eles se sentiam ao redor de homens gays. Com base nesses resultados, dividiram os voluntários em dois grupos: os que exibiam sinais de homofobia (com 35 participantes) e os definitivamente não-homofóbicos (neste, eram 29, no total). Aí começou o teste.
Todos os homens foram colocados em salinhas privativas para assistir a vídeos “quentes”, de quatro minutos cada: um mostrava cenas de sexo entre um homem e uma mulher; outro, entre duas mulheres; e o último, entre dois homens. Enquanto a sessão se desenrolava, um aparelho, ligado ao pênis de cada participante, media o nível de excitação sexual de cada um. A engenhoca, segundo os cientistas, era capaz de identificar a excitação sexual sem confundi-la com outros tipos de excitação (como nervosismo ou medo).
Eis os resultados: enquanto assistiam aos vídeos de sexo heterossexual ou lésbico, tanto o grupo homofóbico quanto o não-homofóbico tiveram “aumento da circunferência do pênis”. Em outras palavras, gostaram do que viram. Mas durante o filminho gay “apenas o grupo homofóbico exibiu sinais de excitação sexual”, afirma o estudo. Pois é, eles até disseram que preferiam manter distância dos gays. Mas, opa, seus pênis contaram outra história.
FONTE:
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Infertilidade masculina tem pouca relação com cueca apertada ou celular no bolso: Entenda como é feito o diagnóstico do problema e quais as principais causas
A infertilidade conjugal
é sempre um tema delicado, devido aos problemas emocionais que
entremeiam esta situação. E nem todos os homens estão preparados para
sequer pensarem que o problema pode ser com deles, e não da esposa. Não é
raro encontrarmos um casal em que o marido só se dispõe a procurar um
urologista após a esposa ter sido submetida a vários exames, e não ter
sido diagnosticada nenhuma patologia que as impeça de conceber. A
avaliação da infertilidade masculina tem que responder a três perguntas:
- Esse homem é infértil?
- Qual a causa desta infertilidade?
- Como tratar o problema?
No passado deu-se muito valor a hábitos de vida que pudessem expor os testículos a temperaturas mais elevadas. Hoje não se dá muita importância a esses fatores.
A
avaliação do homem começa com um balanço da sua história pregressa,
para tentar detectar alguma doença que pode provocar o problema (por
exemplo, uma infecção dos testículos). Após esta anamnese, o exame dos
testículos deve ser realizado para então o urologista averiguar se eles
são normais ou se estão atrofiados. Além disso, é verificado ainda se há
presença de varicocele, uma doença que dilata as veias dos testículos e
que pode afetar também na produção dos espermatozóides. A
ultrasonografia da bolsa escrotal ajuda consideravelmente nesta análise
médica.
Entretanto, o exame mais importante é
o espermograma. Neste, o esperma é analisado, e diversos parâmetros,
como o número e a qualidade dos espermatozóides, são avaliados e
considerados para um prognóstico. As causas da infertilidade são várias,
porém vou me deter nas principais e de como evitá-las. Algumas causas
de infertilidade podem ser detectadas logo na infância ou na
adolescência, e devem ser tratadas o quanto antes.
Mitos podem atrapalhar o diagnóstico na idade adulta
Em alguns casos, a causa da
infertilidade não é tão evidente e, em tais situações, o tratamento nem
sempre é fácil na hora de definir a conduta terapêutica. No passado
deu-se muito valor a fatores como cuecas apertadas ou a outros hábitos
de vida que pudessem expor os testículos a temperaturas mais elevadas,
próximas à temperatura do corpo. Hoje não se dá muita importância a
esses fatores. Outras situações como o ciclismo, usar o celular no bolso
da calça ou tomar banho de água quente são conjecturas sem evidências
científicas significativas que comprovem a relação dessas com a
infertilidade masculina.
Doenças que podem causar infertilidade
A criptorquidia (cripto = escondido,
orquidos=testículo) é a ausência dos testículos na bolsa escrotal, e
este diagnóstico é feito pelo simples exame físico. Na maioria das vezes
o testículo existe, porém está localizado fora de sua posição normal,
geralmente na região da virilha. A colocação do testículo na bolsa é um
procedimento cirúrgico (orquidopexia) e que deve ser realizado antes que
ele sofra danos irreversíveis.
A varicocele (varizes
nas veias que drenam as estruturas da bolsa escrotal) também pode ser
diagnosticada ainda no início da puberdade, e o tratamento, também
cirúrgico, deve ser realizado quando há possibilidade da varicocele
dificultar o desenvolvimento que ocorre no testículo durante a
adolescência.
Já no homem adulto, o tratamento da
infertilidade vai depender do agente que produz esta alteração. Quando
há atrofia testicular severa provocada, por exemplo, pela falta de
tratamento adequado da criptorquidia, dificilmente haverá melhora da
fertilidade. Nesta faixa etária a varicocele deverá ser operada se ela
existir, e também se houver indícios desta alteração ser a causa do
problema.
Como prosseguir com o tratamento?
O
tratamento da infertilidade requer que o casal tenha paciência para
esperar pelos resultados da terapia proposta. E se considerarmos que
todo o processo de formação, maturação e finalmente a ejaculação dos
espermatozóides demora 75 dias em média, esse é o tempo para que se
perceba a eficácia ou não de um tratamento, através de um novo
espermograma, a partir do momento que este tratamento é realizado.
É sempre difícil conter a ansiedade
dos cônjuges durante esta espera. Há que se administrar bem este
processo todo. O advento dos procedimentos de fecundação assistida veio
para atender à expectativa dos casais. Essas técnicas, de maior ou menor
complexidade dependendo da gravidade da situação, permitiu que os
casais, mesmo os com alterações mais graves e de difícil tratamento,
pudessem ter filhos. Converse sempre com seu urologista, ou procure um
se tiver alguma dúvida.
FONTE:
FONTE:
A incrível pirâmide da desigualdade global
• Por José Eustáquio Diniz Alves em 02 de setembro de 2013
Milionários são apenas 0,6%
da população, mas abocanham doze vezes mais riqueza que 69,3% dos
habitantes da Terra. Concentração e consumismo podem tornar civilização
insustentável
O relatório sobre a riqueza global, em 2012, do banco Credit Suisse
(The Credit Suisse Global Wealth Report 2012) traz um quadro bastante
amplo e esclarecedor da distribuição da riqueza (patrimônio) das pessoas
adultas do mundo. A riqueza global foi estimada em US$ 223 trilhões em
2012 (meados do ano). Como havia 4,59 bilhões de pessoas adultas no
mundo, a riqueza per capita por adulto foi de US$ 49 mil.
Mas, evidentemente, existe uma distribuição desigual desta riqueza.
Na base da pirâmide estão as pessoas com a riqueza menor do que 10 mil
dólares. Nesta imensa base havia 3,184 bilhões de adultos, em 2012, o
que representava 69,3% do total de pessoas na maioridade no mundo. O
montante de toda a “riqueza” deste enorme contingente foi de US$ 7,3
trilhões, o que representava somente 3,3% da riqueza global de US$ 223
trilhões. Ou seja, pouco mais de dois terços (2/3) dos adultos do mundo
possuíam somente 3,3% do patrimônio global da riqueza. A riqueza per
capita deste grupo foi de US$ 2.293.
No grupo de riqueza entre US$ 10 mil e US$ 100 mil, havia 1,035
bilhão de adultos, o que representava 22,5% do total de pessoas adultas
no mundo. O montante de toda a riqueza deste contingente intermediário
foi de US$ 32,1 trilhões, o que representava 14,4% da riqueza global. Ou
seja, pouco menos de um quarto (1/4) dos adultos do mundo possuíam
14,4% do patrimônio global da riqueza. A riqueza per capita deste grupo
foi de US$ 31 mil.
No grupo de riqueza entre cem mil e 1 milhão de dólares, havia 344
milhões de adultos, o que representava 7,5% do total de pessoas na
maioridade no mundo. O montante de toda a riqueza deste contingente
intermediário foi de US$ 95,9 trilhões, o que representava 43,1% da
riqueza global. Ou seja, pouco menos de um décimo (1/10) dos adultos do
mundo possuíam 43,1% do patrimônio global da riqueza. A riqueza per
capita deste grupo foi de US$ 279 mil.
Os milionários, aqueles com patrimônio acima de um milhão de dólares
eram somente 29 milhões de adultos, representando 0,6% do total, no
mundo. Todavia, este pequeno grupo de pessoas concentrava 39,3% da
riqueza mundial, um montante de US$ 87,5 trilhões, o que representava
39,3% da riqueza global. A riqueza per capita deste grupo foi de US$
3,017 milhões.
O que mais chama a atenção na distribuição da riqueza é que os 29
milhões de adultos do alto da pirâmide possuíam um patrimônio superior a
12 vezes o patrimônio da base de 3,2 bilhões de pessoas. Os dados
também mostram que os contingentes intermediários estão crescendo e que a
riqueza global aumentou no passado e tende a aumentar nas próximas
décadas. Em 2000, na virada do milênio, a riqueza global era de US$
113,4 trilhões, uma média de US$ 30,7 mil por adulto, em um total de 3,6
bilhões de pessoas na situação de maioridade.
Contudo, todo o montante atual de US$ 223 trilhões de riqueza para
4,6 bilhões de adultos, em 2012, está sustentado em bases frágeis, pois a
riqueza do ser humano (em sua forma piramidal) está alicerçada sobre
bases naturais degradas pelas atividades antrópicas. A pirâmide da
riqueza humana tem crescido e se ampliado sobre uma base de pauperização
dos ecossistemas. Não é improvável, que em algum momento, a pirâmide
possa afundar por falta de sustentação ecológica ou possa implodir por
falta de justiça redistributiva em sua arquitetura social.
Enquanto o capital natural tem sido depredado, a riqueza global (e o
consumo) dos seres humanos cresceu cerca de 50% no século 21, passando
de uma média per capita de US$ 30,7 mil no ano 2000, para US$ 43,8 mil
em 2010 e para US$ 49 mil, em 2012. Todavia, as necessidades e os sonhos
humanos são ilimitados e os de baixo da pirâmide aspiram o padrão de
consumo daqueles do meio e do topo do status social. Mas é impossível
haver um crescimento ilimitado da riqueza material em um planeta finito e
a história mostra que, em vários momentos, pirâmides que pareciam
sólidas se transformam em castelos de areia.
Não é sem surpresa que os indignados do mundo estão se unindo, se
mobilizando e corroendo as estruturas piramidais das sociedades árabes,
espanhola, europeia, dos Estados Unidos, etc. Também não é sem surpresa
que a indignação tenha chegado ao Brasil, pois existe um mal-estar geral
com o modelo de desenvolvimento econômico, com o funcionamento da
democracia, com a imobilidade urbana e social e com a relação
humanidade/natureza. Evidentemente, este mal-estar aparece de maneira
difusa e sem alternativas claras de novos rumos.
Mas o que o mundo precisa não é manter o processo de ampliação da
pirâmide da riqueza e do consumo e, sim, construir relações mais
horizontais, simples e justas entre as pessoas e entre as pessoas e o
meio ambiente.
José Eustáquio Diniz Alves, colunista do portal
EcoDebate, é doutor em demografia e professor titular do mestrado em
Estudos Populacionais e Pesquisas Sociais da Escola Nacional de Ciências
Estatísticas – ENCE/IBGE
Fonte:
O que teme o CFM? Opinião de uma brasileira que cursa medicina em Cuba
Click no Link e veja o vídeo:
No Capão Redondo, ninguém sonha em ser médico.” Para estudante brasileira de medicina em Cuba, médicos temem mudança de pensamento da população em relação à sua saúde.
Cintia Santos Cunha é estudante da Universidad de Ciencias Médicas de la Habana (Cuba). Neste vídeo, ela que nasceu na periferia de São Paulo e conseguiu uma vaga por meio da UneAfro Brasil (União de Núcleos de Educação Popular para Negras/os e Classe Trabalhadora), fala sobre as diferenças entre a medicina cubana e a brasileira. A diferença entre os dois países começa na hora de sonhar. Aqui no Brasil, medicina é um curso caro e as vagas nas faculdades públicas acabam ficando para quem estudou nos melhores colégios e cursinhos. “Medicina é um curso impensável para as pessoas de onde eu venho e como eu sou, negra, mulher e pobre”, afirma. Veja abaixo o depoimento gravado em meio à polêmica vinda dos médicos cubanos ao Brasil pelo programa Mais Médicos.
Marcadores:
ESPAÇO ALTERNATIVO,
FORA DA MÍDIA
Assinar:
Postagens (Atom)




