1. Certidões:
quem quiser tirar uma cópia da certidão de nascimento, ou de casamento,
não precisa mais ir até um cartório, pegar senha e esperar um tempão na
fila.
O cartório eletrônico, já está no ar!
Nele você
resolve essas (e outras) burocracias, 24 horas por dia, on-line. Cópias
de certidões de óbitos, imóveis, e protestos também podem ser
solicitados pela internet.
Para pagar é preciso imprimir um boleto bancário. Depois, o documento chega por Sedex.
Passe para todo mundo, que este é um serviço da maior importância.
2. Auxílio a Lista: Telefone 102... não!
Agora é: 08002800102
Vejam só como não somos avisados das coisas que realmente são importantes......
NA CONSULTA AO 102, PAGAMOS R$ 1,20 PELO SERVIÇO.
SÓ QUE A TELEFÔNICA NÃO AVISA QUE EXISTE UM SERVIÇO VERDADEIRAMENTE GRATUITO.
Não custa divulgar para mais gente ficar sabendo.
3. Artistas Famosos ficam em forma só com exercicio e dieta?
Tudo mentira, os famosos tem uma receita secreta que deixa o corpo em forma sem esforço,
porisso conseguem perder peso muito rapido.
Veja aqui como funciona - http://www.noticiadosglobais.com.br/
4. Multa de Trânsito: essa você não sabia.
No
caso de multa por infração leve ou média, se você não foi multado pelo
mesmo motivo nos últimos 12 meses, não precisa pagar multa. É só ir ao
DETRAN e pedir o formulário para converter a infração em advertência com
base no Art. 267 do CTB. Levar Xerox da carteira de motorista e a
notificação da multa.. Em 30 dias você recebe pelo correio a advertência
por escrito. Perde os pontos, mas não paga nada.
Código de Trânsito Brasileiro
Art.
267 - Poderá ser imposta a penalidade de advertência por escrito à
infração de natureza leve ou média, passível de ser punida com multa,
não sendo reincidente o infrator, na mesma infração, nos últimos doze
meses, quando a autoridade, considerando o prontuário do infrator,
entender esta providência como mais educativa.
5. Importantíssimo: Documentos roubados - BO (boletim de occorrência) dá gratuidade - Lei 3.051/98 - VOCÊ SABIA???
Acho que grande parte da população não sabe, é que a Lei 3.051/98 que
nos dá o direito de em caso de roubo ou furto (mediante a apresentação
do Boletim de Ocorrência), gratuidade na emissão da 2ª via de tais
documentos como:
Habilitação (R$ 42,97);
Identidade (R$ 32,65);
Licenciamento Anual de Veículo (R$ 34,11)..
Para conseguir a gratuidade, basta levar uma cópia (não precisa ser
autenticada) do Boletim de Ocorrência e o original ao Detran p/
Habilitação e Licenciamento e outra cópia à um posto do IFP..
DIVULGUEM PARA O MAIOR NÚMERO DE PESSOAS POSSÍVEL. VAMOS ACABAR COM A INDÚSTRIA DA MULTA E OUTROS ABUSOS!!!!
Gostaria, se possível, que cada um não guardasse a informação só para si...
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segunda-feira, 24 de setembro de 2012
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
E A VIDA CONTINUA - DIA 14 DE SETEMBRO NOS CINEMAS
TRAILER OFICIAL DO FILME “ E A VIDA CONTINUA “
SINOPSE
Quando o carro da bela e jovem Evelina (Amanda Costa) quebra na estrada, ela não faz ideia de como seus caminhos serão profundamente alterados para sempre. Socorrida pelo gentil Ernesto (Luiz Baccelli), Evelina logo fica sabendo que tanto ele como ela estão indo exatamente para o mesmo hotel.
Coincidência? Talvez, mas Ernesto não acredita em coincidências.
Imediatamente eles desenvolvem uma amizade tão sólida que persistirá quando ambos passam para o outro plano. Será ali, do outro lado da vida, que Evelina e Ernesto enfrentarão enormes dificuldades e desafios, onde não faltarão surpresas e surpreendentes revelações?
O filme é baseado no best-seller espírita “E a Vida Continua”, escrito em 1968 pelo espírito André Luiz, psicografado por Chico Xavier. Trata-se do 13º e último livro da série “A Vida no Mundo Espiritual”.
Quando o carro da bela e jovem Evelina (Amanda Costa) quebra na estrada, ela não faz ideia de como seus caminhos serão profundamente alterados para sempre. Socorrida pelo gentil Ernesto (Luiz Baccelli), Evelina logo fica sabendo que tanto ele como ela estão indo exatamente para o mesmo hotel.
Coincidência? Talvez, mas Ernesto não acredita em coincidências.
Imediatamente eles desenvolvem uma amizade tão sólida que persistirá quando ambos passam para o outro plano. Será ali, do outro lado da vida, que Evelina e Ernesto enfrentarão enormes dificuldades e desafios, onde não faltarão surpresas e surpreendentes revelações?
O filme é baseado no best-seller espírita “E a Vida Continua”, escrito em 1968 pelo espírito André Luiz, psicografado por Chico Xavier. Trata-se do 13º e último livro da série “A Vida no Mundo Espiritual”.
TRAILER OFICIAL
O ator Lima Duarte, que também esteve gravando no município, tem uma participação especial no longa.
E
a Vida Continua, foi o último romance da série de André Luiz,
psicografado por Chico Xavier. Uma história marcada por traições, ódio,
desejo de vingança, mas também um testemunho de renúncia e de amor.
Evelina e Ernesto lutam para se desvencilhar do rodamoinho de enganos e
paixões torturadas em busca do próprio equilíbrio na vida pós-morte. E
esse caminho passa pelo reencontro com suas famílias na vida terrena e a
necessidade de enfrentar as verdades escondidas. Nessa reaproximação
com seus lares, a dor da decepção e dos desencontros só pode ser
superada com muita dedicação e amor. E juntos vão batalhar para que seus
familiares e seus desafetos possam encontrar o caminho da luz e da
harmonia e todos possam trilhar em busca da perfeição.
Em Setembro de 2012, o público verá nos cinemas brasileiros uma história fascinante.
Filme adaptado do livro “E A VIDA CONTINUA”,
de André Luiz, psicografado por Chico Xavier.
Direção e Roteiro: Paulo Figueiredo
Produção: Versátil Digital Filmes e VerOuvir Produções
Produtores: Oceano Vieira de Melo, Sonia Marsaiolli de Melo
e Paulo Figueiredo
Produtores Associados: FEB / VerOuvir / Versátil Digital Filmes
Distribuição Paris Filmes
Coordenação de Produção: Ricardo Parah
Gerência de Produção: Giselle Figueiredo
Produção de Elenco:Rosana Penna
Direção de Arte/Figurino: Liana Obata
Direção de fotografia: Tony Ciambra
Câmera: Bruno Martins e Edson Audi
Som direto: Gustavo Goulart e Geraldo Ribeiro
DO LIVRO PARA O CINEMA
A transposição deste romance para a tela põe em destaque o que a obra original tem de mais expressivo em seu conteúdo. Converte a essência de cada trecho literário em cenas vivas, instigantes, de interesse humano inquestionável.
Levado por uma dessas tantas "coincidências" da vida, um homem de cinqüenta anos conhece, em circunstâncias dramáticas, uma jovem de vinte e cinco. Fugitivo de si mesmo, sobrevivente de uma tragédia pessoal que o tempo ensinou a esconder num bem-humorado sorriso, no mesmo instante se encanta por essa moça, que além da frustrada paixão pelo marido infiel nenhuma razão mais possui para continuar vivendo.
Como náufragos à deriva, Ernesto e Evelina juntam forças e esperanças. Mas não só amores e desamores passados os tornam semelhantes. A questão da saúde comprometida pela mesma enfermidade grave, outra "coincidência", lança expectativas sombrias no futuro dos dois. Como investir numa tão promissora amizade que pode acabar sem glória e sem despedida no centro cirúrgico de um hospital? Instala-se a dúvida. E nos poucos dias que os separam de seus destinos curiosamente parecidos, o homem e a mulher que o "acaso" trouxe para um encontro preparam suas almas apostando na Vida mas com um olho na Morte.
No último minuto de proximidade na estância de repouso preparatório para as cirurgias, dizer o quê? Adeus? Até breve?
Na falta de resposta o silêncio foi melhor. Um sorriso e uma mão acenando disseram mais.
Como no Teatro, fechava-se a cortina ao final do Primeiro Ato. O Segundo seria num outro palco, numa nova dimensão, para uma outra platéia. Entenderiam os protagonistas, agora, que a Vida é uma peça de muitos Atos, porém sem fim.
EQUIPE TÉCNICA
Direção e Roteiro: Paulo Figueiredo
Produção: Versátil Digital Filmes e VerOuvir Produções
Produtores: Oceano Vieira de Melo, Sonia Marsaiolli de Melo
e Paulo Figueiredo
Produtores Associados: FEB / VerOuvir / Versátil Digital Filmes
Distribuição Paris Filmes
Coordenação de Produção: Ricardo Parah
Gerência de Produção: Giselle Figueiredo
Produção de Elenco:Rosana Penna
Direção de Arte/Figurino: Liana Obata
Direção de fotografia: Tony Ciambra
Câmera: Bruno Martins e Edson Audi
Som direto: Gustavo Goulart e Geraldo Ribeiro
ELENCO
AMANDA ACOSTA - Evelina Serpa
LUIZ BACCELLI - Ernesto Fantini
LIMA DUARTE - Instrutor Ribas
ANA ROSA – Lucinda
LUIZ CARLOS DE MORAES - Instrutor Cláudio
RUI REZENDE – Desidério dos Santos
LUIZ CARLOS FELIX – Caio Serpa
ANA LÚCIA TORRE - Brígida
CLAUDIA MELLO – Alzira
ARLETE MONTENEGRO - Sra. Tamburini
ROSANA PENNA – Elisa
RONALDO OLIVA - Túlio Mancini
SAMANTHA CARACANTE – Vera Celina
CESAR PEZZUOLLI – Amâncio
CARLA FIORONI – Enfermeira Isa
PERSONAGENS DO UMBRAL - Guilherme Santana, Lucienne Cunha, Marco Antonelli e Débora Muniz, mais um grande elenco.
Os
figurantes tiveram contato com grandes atores do meio artístico, dentre
eles o próprio Paulo Figueiredo, a protagonista Amanda Acosta, Luiz
Baccelli, Luiz Carlos Moraes, Cláudia Mello, Ruy Rezende, Ana Rosa entre
outros. O ator Lima Duarte, que também esteve gravando no município,
tem uma participação especial no longa. As gravações em Itapira
iniciaram em 18 de janeiro, finalizando o projeto no último domingo, dia
31. Foi a primeira experiência para todos os participantes, exceto para
o ex-ator e locutor José Palandi, onde em meados dos anos 70,
juntamente com o saudoso Paulino Santiago e grande elenco gravaram uma
propaganda televisiva, dentro das dependências da Igreja São Benedito,
para o extinto Banco Comind. A produtora e também atriz Rosana
Penna é quem fazia o contato direto com a atriz e diretora Juliana
Avancini, onde foi a responsável por recrutar os atores locais,
acompanhando-os nas gravações, que levavam cerca de 9 horas diárias.
E
a Vida Continua, foi o último romance da série de André Luiz,
psicografado por Chico Xavier. Uma história marcada por traições, ódio,
desejo de vingança, mas também um testemunho de renúncia e de amor.
Evelina e Ernesto lutam para se desvencilhar do rodamoinho de enganos e
paixões torturadas em busca do próprio equilíbrio na vida pós-morte. E
esse caminho passa pelo reencontro com suas famílias na vida terrena e a
necessidade de enfrentar as verdades escondidas. Nessa
reaproximação com seus lares, a dor da decepção e dos desencontros só
pode ser superada com muita dedicação e amor. E juntos vão batalhar para
que seus familiares e seus desafetos possam encontrar o caminho da luz e
da harmonia e todos possam trilhar em busca da perfeição.
Participaram
da figuração Juliana Avancini, Elton Pereira, Estella Bosso, Zulmira
Bosso, Rosa Rottuli, Roberto Rottuli Pereira, João Pedro Monezi, Lucas
Marcati, Luciano Oliveira, Lázara Souza Avancini, Toninho Avancini,
Lourdes De Matteu, José Luiz Palandi, Davi Borges, Ismael Pereira
Junior, Alexandre Cezaretto, Zuleica Silva, Cleuza Monezi, Jair Galli,
Paulo Pretto, Maria Faraco Borges, Maria Elena Plumari, Rafael Rossi,
Luiz Pedroso, Ana Flávia Laurindo, Marli Santa Luzia, João Bozzi, José
Jânio, Eliana de Lima, Mirelie Lopes e o cantor Hugo Alves.
______________________________________________________
GALERIA DE FOTOS DA PRODUÇÃO DO FILME
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sexta-feira, 20 de julho de 2012
XINGU O FILME
Anos 1940. Três jovens irmãos decidem viver uma grande aventura. Orlando
(Felipe Camargo), 27 anos, Cláudio (João Miguel), 25, e Leonardo (Caio
Blat), 23, os Irmãos Villas-Bôas, alistam-se na Expedição Roncador-Xingu
e partem numa missão desbravadora pelo Brasil Central. A saga começa
com a travessia do Rio das Mortes e logo eles se tornam chefes da
empreitada, envolvendo-se na defesa dos povos indígenas e de suas
diversas culturas, registrando tudo num diário batizado de A Marcha para
o Oeste.
Mais velho dos irmãos, Orlando é o articulador entre as etnias indígenas e o poder oficial, responsável por brecar a ingerência externa. Já Cláudio, é o grande idealista e o mais consciente da contradição da expedição – “Nós somos o antídoto e o veneno”, diz. O caçula é Leonardo, vibrante e corajoso. No entanto, suas atitudes podem causar um preço alto para a aventura dos irmãos.
Numa viagem sem paralelo na história, com batalhas, 1.500 quilômetros de picadas abertas, 1.000 quilômetros de rios percorridos, 19 campos de pouso abertos, 43 vilas e cidades desbravadas e 14 tribos contatadas, além das mais de 200 crises de malária, os irmãos Villas-Bôas conseguem fundar em 1961 o Parque Nacional do Xingu, um parque ecológico e reserva indígena que, na época, era o maior do mundo, do tamanho de um país como a Bélgica.
Na aventura, os Villas-Bôas conseguem passar pelo território Xavante, de índios corajosos e guerreiros sem nenhuma baixa de ambos os lados. Em seguida, deparam-se com os Kalapalos, os famosos e temidos que teriam matado o explorador inglês Percy Fawcett. Mas, apesar de toda a apreensão e ao contrário do que imaginavam, os irmãos ficam amigos do grande chefe Izarari, e se encantaram com a cultura e os costumes locais. Não previam ainda que ali viveriam a primeira tragédia de suas vidas: um surto de gripe, trazido por eles mesmos, que quase dizima toda a aldeia.
Ao recontar a saga dos irmãos, Xingu apresenta a luta pela criação do parque e pela salvação de tribos inteiras que transformaram os Villas-Bôas em heróis brasileiros, traçando diálogo com problemas crônicos do processo de formação brasileiro.
FICHA TÉCNICA
Direção: Cao Hamburger
Produção: Fernando Meirelles, Andrea Barata Ribeiro,
Bel Berlinck
Roteiro: Elena Soarez, Cao Hamburger, Anna Muylaert
Direção de Fotografia: Adriano Goldman, ABC
Direção de Arte: Cassio Amarante
Produção de Elenco: Patricia Faria, Cecília Homem de Mello
Produção de Elenco Indígena: Francisco Accioly
Montagem: Gustavo Giani
Música: Beto Villares
Supervisão de Pós Produção: Hugo Gurgel
Desenho de Som e Mixagem: Alessandro Laroca,
Eduardo Virmond Lima, Armando Torres Jr.
Som Direto: Paulo Ricardo Nunes
Figurino: Verônica Julian
Caracterização: Anna Van Steen
Diretor de Produção: Marcelo Torres
Diretora Assistente: Márcia Faria
Produtora Executiva: Bel Berlinck, Andrea Barata Ribeiro
Empresa Produtora: O2 Filmes
Co-produção: Globo Filmes
Distribuição: Downtown Filmes, Sony Pictures e RioFilme
Elenco: João Miguel (Claudio Villas Boas),
Felipe Camargo (Orlando Villas Boas),
Caio Blat (Leonardo Villas Boas), Maiarim Kaiabi (Prepori)
Awakari Tumã Kaiabi (Pionim), Adana Kambeba (Kaiulu)
Tapaié Waurá (Izaquiri), Totomai Yawalapiti (Guerreiro Kalapalo)
Participação Especial: Maria Flor (Marina),
Augusto Madeira (Noel Nutels), Fabio Lago (Bamburra)
Mais velho dos irmãos, Orlando é o articulador entre as etnias indígenas e o poder oficial, responsável por brecar a ingerência externa. Já Cláudio, é o grande idealista e o mais consciente da contradição da expedição – “Nós somos o antídoto e o veneno”, diz. O caçula é Leonardo, vibrante e corajoso. No entanto, suas atitudes podem causar um preço alto para a aventura dos irmãos.
Numa viagem sem paralelo na história, com batalhas, 1.500 quilômetros de picadas abertas, 1.000 quilômetros de rios percorridos, 19 campos de pouso abertos, 43 vilas e cidades desbravadas e 14 tribos contatadas, além das mais de 200 crises de malária, os irmãos Villas-Bôas conseguem fundar em 1961 o Parque Nacional do Xingu, um parque ecológico e reserva indígena que, na época, era o maior do mundo, do tamanho de um país como a Bélgica.
Na aventura, os Villas-Bôas conseguem passar pelo território Xavante, de índios corajosos e guerreiros sem nenhuma baixa de ambos os lados. Em seguida, deparam-se com os Kalapalos, os famosos e temidos que teriam matado o explorador inglês Percy Fawcett. Mas, apesar de toda a apreensão e ao contrário do que imaginavam, os irmãos ficam amigos do grande chefe Izarari, e se encantaram com a cultura e os costumes locais. Não previam ainda que ali viveriam a primeira tragédia de suas vidas: um surto de gripe, trazido por eles mesmos, que quase dizima toda a aldeia.
Ao recontar a saga dos irmãos, Xingu apresenta a luta pela criação do parque e pela salvação de tribos inteiras que transformaram os Villas-Bôas em heróis brasileiros, traçando diálogo com problemas crônicos do processo de formação brasileiro.
FICHA TÉCNICA
Direção: Cao Hamburger
Produção: Fernando Meirelles, Andrea Barata Ribeiro,
Bel Berlinck
Roteiro: Elena Soarez, Cao Hamburger, Anna Muylaert
Direção de Fotografia: Adriano Goldman, ABC
Direção de Arte: Cassio Amarante
Produção de Elenco: Patricia Faria, Cecília Homem de Mello
Produção de Elenco Indígena: Francisco Accioly
Montagem: Gustavo Giani
Música: Beto Villares
Supervisão de Pós Produção: Hugo Gurgel
Desenho de Som e Mixagem: Alessandro Laroca,
Eduardo Virmond Lima, Armando Torres Jr.
Som Direto: Paulo Ricardo Nunes
Figurino: Verônica Julian
Caracterização: Anna Van Steen
Diretor de Produção: Marcelo Torres
Diretora Assistente: Márcia Faria
Produtora Executiva: Bel Berlinck, Andrea Barata Ribeiro
Empresa Produtora: O2 Filmes
Co-produção: Globo Filmes
Distribuição: Downtown Filmes, Sony Pictures e RioFilme
Elenco: João Miguel (Claudio Villas Boas),
Felipe Camargo (Orlando Villas Boas),
Caio Blat (Leonardo Villas Boas), Maiarim Kaiabi (Prepori)
Awakari Tumã Kaiabi (Pionim), Adana Kambeba (Kaiulu)
Tapaié Waurá (Izaquiri), Totomai Yawalapiti (Guerreiro Kalapalo)
Participação Especial: Maria Flor (Marina),
Augusto Madeira (Noel Nutels), Fabio Lago (Bamburra)
quinta-feira, 19 de julho de 2012
"Dio, Come Ti Amo"
Dio_come_ti_amo theme
Este filminho (incrivelmente nítido) nos mostra a cantora Gigliola Cinquetti (nascida em 20/12/1947), em início de carreira como atriz, no filme ‘Dio, Come ti Amo’.
Gigliola Cinquetti (que canta a canção-tema, no final apoteótico, quando seu amado (Mark Damon), já dentro do avião, prestes a decolar, ouve, pelo alto-falante, Gigliola no aeroporto a cantar. O público feminino vinha abaixo neste momento.
No filme, Gigliola Cinquetti canta ainda ‘Non no l’età’ (de Panzeri e Salerno, com a qual – ainda com 16 anos – venceu o ‘Festival de San Remo/1964).
Com ‘Dio, Come ti Amo’ (de Domenico Modugno), Gigliola tornaria a vencer esse Festival, em 1966.
Quando o filme, ainda na década de 60, foi exibido no Brasil, tornou-se grande sucesso de bilheteria. A bela música italiana era adorada na época.
As duas músicas do filme embalaram muitos jovens enamorados.
Quando foi exibido no Brasil no final da década de 60, Dio, Come Ti Amo levou multidões às salas de cinema. As músicas "Dio, Come Ti Amo" e "Non ho l'età" embalaram o romance e os "bailinhos" de muitos jovens enamorados da época. A inesquecível cantora Gigliola Cinquetti interpreta bela e inocente jovem de família pobre que se apaixona pelo noivo rico de sua melhor amiga. Emocionados com a paixão da moça, seus familiares a fazem se passar por uma princesa para que ela possa viver este romance impossível.
A primeira vez que assisti esse filme eu deveria estar lá com meus 12 anos, achava muito estranho o fato de ver no final do filme, aquele monte de garotas com lencinhos na mão e fungando como se a febre do feno tivesse atacado a todas que estavam presentes naquela sala de cinema. Mas não negava para mim mesmo o quanto Gigliola Cinquetti me comovia com sua beleza e doçura na qual se apresentava nesse filme.
Nunca declarei abertamente por muitos anos que adorava esse filme e a cantora em si, é claro, tinha que manter uma certa aura de durão e machão. Mas hoje, sem vergonha nenhuma digo: "Deus, como te amei, Gigliola Cinquetti".
Elenco:
Gigliola Cinquetti ... Gigliola Di Francesco
Mark Damon ... Luis
Micaela Pignatelli ... Angela (como Micaela Cendali)
Antonio Mayans ... Gianni
Trini Alonso
Antonella Della Porta
Carlo Croccolo ... Gennaro
Félix Fernández (como Felix Fernandez)
Carlos Miguel Solá (como Carlos Miguel Sola)
Carlo Taranto
Juan Velilla
Rosita Yarza Mãe de Gigliola
Raimondo Vianello ... O principe
Nino Taranto ... Pai de Gigliola
quarta-feira, 18 de julho de 2012
IMAGENS DA MINHA INFÂNCIA
As nossas lembranças são regadas por essências, perfumes, relva, chuva, serenos, canções, amores, paixões, livros, paisagens, palavras, trilhas....tudo toca nosso corações e nossas mentes fragilizadas pelo tempo...com disse Tarsila do Amaral "O tempo é inexorável ".
Essa foto eu ví em um livro "na minha infância " e até hoje está gravado na minha retina:
GERALDO VANDRÉ
Primeira de quatro partes da entrevista divulgada pelo canal Globo News com Geraldo Vandré, hoje. O vídeo é de Setembro (2010) e dado o personagem e as circunstâncias, historicamente importante. Não sei se isso ficará muito tempo no ar, mas enquanto estiver, poderá matar a curiosidade dos que sempre se perguntaram sobre os motivos de "seu desaparecimento" (sua reclusão).
Os pontos altos da entrevista estão na terceira e quarta partes - no que ele diz sobre seu trabalho e sua mensagem, sobre as especulações em relação aos momentos posteriores ao seu exílio, os motivos de sua reclusão e sua admiração pela FAB (Força Aérea Brasileira).
COMENTÁRIO:
Olá pessoal, depois de ler aqui sobre o Geraldo Vandré, fiquei desepcionado com cometários de pessoas que não sabem da história de nosso pais, e principalmente sobre a nossa arte de compor musicas, acompanho Vandré desde que voltou para o Brasil e tenho algumas canções em parceria, recentemente gravei um disco com musicas de Vandré, MEMORIAL
Obrigado pela contribuição. Vejo que a imagem q as pessoas mantêm do Vandré, congelada no tempo, é a de um agente de uma causa revolucionária, marxista, porquê naquele tempo criou-se aquele chavão de que você é do regime ou contra ele. Deram a Caminhando o sentido de "hino do partidão", e não de um chamado à Vida. Com isso, tiraram do homem em si - Geraldo Vandré - sua personalidade e seu valor próprio. Não sei como ele conviveu com isso, mas é bom saber que continua pensando, trabalhando. Abs.
Entao todos nao tem poder, a vida é um constante protesto. Fiquei decepcionado com essa entrevista e mais ainda pelo fato das respostas evasivas, é preciso ter sabedoria de admitir a mudanca dos novos tempos, voce vive intensamente, vive um sonho e de repente descobre, quando descobre, que tudo é passado!!! é ruím admitir isso mais é uma cruel verdade. Pensei que ele ia descascar o abacaxi, mas coitado, o fato de vestir uma camisa da FAB, mostrou o quanto trauma do terror guardou para si!
só pude assistir a entrevista ontem, fiquei triste por ele, deve ter pago um preço incalculavel, um homem cheio de vida e ideais que era se mostra muito reticente, só quem sabe da realidade daquela época pode entender a reserva de suas respostas, merece todo nosso respeito e consideração, só ele sabe de suas aflições e agonias.
sinceramente,tem sua inteligência,sua fraqueza , seu mérito e é firme no seu ideal, não me ofendeu em nada,ao contrário disto alguns ficam ofendidos porque defendem a história que não viveram, sociedade hipócrita exigem respostas do passado quando não sabem responder sobre as mazelas do seu presente.
Ele não fala coisa com coisa,anda em círculo com a história de massificação da cultura,vive em um passado utópico(em que ele é um gênio e porta voz de um novo tempo) e não se conforma com o sucesso, pós ditadura, de outros artistas como Caetano e Gil, que conseguiram,diferente dele(músico de uma única música), sobreviver artísticamente sem composições de cunho político-ideológico.Tanta besteira dita na entrevista será fruto de demência senil ou uso abusivo de canabis?
Cearenses famosos revelam lugares favoritos em Fortaleza...
Fortalezenses
de nascimento ou ''de coração'', cearenses conhecidos Brasil afora
revelam lugares inesquecíveis na capital cearense, que chega aos 286
anos de fundação nesta sexta-feira (13). A pedido do G1,
o humorista Falcão, o ator Gero Camilo, o cantor Fagner e a atriz
Suyane Moreira, entre outros, dizem aonde gostam de ir quando estão na
cidade.
irreverente. (Foto: Thiago Gaspar/Agência Diário)
Falcão, cantor brega e compositor
“O melhor lugar de Fortaleza é lá em casa”, brinca o cantor de brega Falcão, que considera como o segundo local mais atrativo da cidade a Barra do Rio Ceará, localizada no limite entre Fortaleza e Caucaia. “A Barra do Ceará tem o pôr do sol mais bonito de Fortaleza”, afirma. O local também traz boas lembranças da juventude do cantor, que morou perto dos bairros Antônio Bezerra e Parquelândia. “Quando não tinha aquela ponte, era comum a gente que morava perto fazer o passeio de barco sobre o rio para apreciar a vista. Não tinha lugar melhor para ver o pôr do sol”, afirma.
“O melhor lugar de Fortaleza é lá em casa”, brinca o cantor de brega Falcão, que considera como o segundo local mais atrativo da cidade a Barra do Rio Ceará, localizada no limite entre Fortaleza e Caucaia. “A Barra do Ceará tem o pôr do sol mais bonito de Fortaleza”, afirma. O local também traz boas lembranças da juventude do cantor, que morou perto dos bairros Antônio Bezerra e Parquelândia. “Quando não tinha aquela ponte, era comum a gente que morava perto fazer o passeio de barco sobre o rio para apreciar a vista. Não tinha lugar melhor para ver o pôr do sol”, afirma.
morou em Fortaleza na juventude
(Foto: Vianey Bentes/Rede Globo)
Tiririca, deputado federal
O deputado federal Tiririca, natural deItapipoca, morou em Fortaleza e destaca a Praia do Futuro como um dos lugares que merecem ser visitados na capital cearense. “A Praia do Futuro tem as melhores barracas do mundo”, afirma o deputado. Os estabelecimentos desse ponto da orla fortalezense são conhecidos pela programação de shows musicais e de humor. “Indico também as casas de show de humor porque não tem iguais em outras cidades. Sou fruto desse mercado humorístico. Também sempre apreciei os pratos típicos da cidade”, ressalta.
O deputado federal Tiririca, natural deItapipoca, morou em Fortaleza e destaca a Praia do Futuro como um dos lugares que merecem ser visitados na capital cearense. “A Praia do Futuro tem as melhores barracas do mundo”, afirma o deputado. Os estabelecimentos desse ponto da orla fortalezense são conhecidos pela programação de shows musicais e de humor. “Indico também as casas de show de humor porque não tem iguais em outras cidades. Sou fruto desse mercado humorístico. Também sempre apreciei os pratos típicos da cidade”, ressalta.
região do Cariri (Foto: Rede Globo/Reprodução)
Suyane Moreira, modelo e atriz
A modelo e atriz Suyane Moreira nasceu emJuazeiro do Norte, e diz ter ficado deslumbrada com a Feirinha da Avenida Beira Mar. “Cheguei pela primeira vez a Fortaleza à noite e fui direto conhecer a feirinha. Lá, tem um dos melhores artesanatos que já vi na minha vida. Comprei rede, tapete, vestido, um chapéu de cangaceiro e uma bolsa de couro de boi”, relata a protagonista de um dos episódios da série “As Brasileiras”. A modelo destaca também a badalação do calçadão mais famoso da capital. “Gosto muito da Praia Iracema, é uma das mais movimentadas que já vi na vida”, conta.
A modelo e atriz Suyane Moreira nasceu emJuazeiro do Norte, e diz ter ficado deslumbrada com a Feirinha da Avenida Beira Mar. “Cheguei pela primeira vez a Fortaleza à noite e fui direto conhecer a feirinha. Lá, tem um dos melhores artesanatos que já vi na minha vida. Comprei rede, tapete, vestido, um chapéu de cangaceiro e uma bolsa de couro de boi”, relata a protagonista de um dos episódios da série “As Brasileiras”. A modelo destaca também a badalação do calçadão mais famoso da capital. “Gosto muito da Praia Iracema, é uma das mais movimentadas que já vi na vida”, conta.
município de Orós (Foto: Divulgação)
Raimundo Fagner, cantor e compositor
O cantor e compositor Raimundo Fagner, cearense da cidade de Orós, é frequentador da boêmia de Fortaleza. Um dos lugares especiais para Fagner é a Ponte dos Ingleses, na Praia de Iracema.
O cantor e compositor Raimundo Fagner, cearense da cidade de Orós, é frequentador da boêmia de Fortaleza. Um dos lugares especiais para Fagner é a Ponte dos Ingleses, na Praia de Iracema.
“É
um lugar lindo e histórico, mas está abandonado”, afirma. O local foi
Porto de Fortaleza até a década de 1950 e, por muito tempo, além de se
tornar um cartão postal da cidade, foi ponto de encontro de jovens,
boêmios e artistas de Fortaleza. A ponte passa por reformas há oito
meses e, de acordo com Governo do Estado, as obras terminam no mês de
abril.
(Foto: A.Capibaribe Neto/Agência Diário)
Shelda, ex-jogadora de vôlei de praia
Sempre que volta à terra natal, a ex-jogadora de vôlei de praia, Shelda Bedê, conta que não deixa de andar pela orla de Fortaleza e de apreciar a paisagem e o pôr do sol na Praia de Iracema. “Quando eu morava em Fortaleza, gostava muito de ir ao antigo Cais Bar. Agora, que parei de jogar, estou visitando mais vezes a cidade”, diz. Por causa da rotina do esporte, a fortalezense Shelda mora no Rio de Janeiro há 20 anos. A atleta coleciona títulos e conquistou duas medalhas olímpicas, uma prata em Sidney (2000) e outra em Atenas (2004).
Sempre que volta à terra natal, a ex-jogadora de vôlei de praia, Shelda Bedê, conta que não deixa de andar pela orla de Fortaleza e de apreciar a paisagem e o pôr do sol na Praia de Iracema. “Quando eu morava em Fortaleza, gostava muito de ir ao antigo Cais Bar. Agora, que parei de jogar, estou visitando mais vezes a cidade”, diz. Por causa da rotina do esporte, a fortalezense Shelda mora no Rio de Janeiro há 20 anos. A atleta coleciona títulos e conquistou duas medalhas olímpicas, uma prata em Sidney (2000) e outra em Atenas (2004).
em 1994. (Foto: Liana Sampaio/Agência Diário)
Gero Camilo, ator
O ator fortalezense Gero Camilo mudou-se para São Paulo em 1994. Das recordações da vida em Fortaleza, Gero lembra dos shows na Concha Acústica da Universidade Federal do Ceará (UFC). “Lembro que em um desses eventos na Concha, conheci o Patativa do Assaré recitando para estudantes”, diz. Nas passagens por Fortaleza para compromissos de trabalho, Gero visitou o novo Passeio Público. “Gostei muito do Passeio Público. Quando eu vivia em Fortaleza, era um lugar marginalizado. Essa revitalização do Passeio Publico recuperou o charme que ele tem”, afirma. O lugar foi palco, em 1825, da execução de revolucionários da Confederação do Equador. Em 1880, foi reformado e ganhou canteiros, jardins e réplicas de esculturas. O espaço foi revitalizado novamente em 2007.
O ator fortalezense Gero Camilo mudou-se para São Paulo em 1994. Das recordações da vida em Fortaleza, Gero lembra dos shows na Concha Acústica da Universidade Federal do Ceará (UFC). “Lembro que em um desses eventos na Concha, conheci o Patativa do Assaré recitando para estudantes”, diz. Nas passagens por Fortaleza para compromissos de trabalho, Gero visitou o novo Passeio Público. “Gostei muito do Passeio Público. Quando eu vivia em Fortaleza, era um lugar marginalizado. Essa revitalização do Passeio Publico recuperou o charme que ele tem”, afirma. O lugar foi palco, em 1825, da execução de revolucionários da Confederação do Equador. Em 1880, foi reformado e ganhou canteiros, jardins e réplicas de esculturas. O espaço foi revitalizado novamente em 2007.
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